A própria bíblia condenou Jesus

 

Jesus

 

Foi a doutrina bíblica, de morte e condenação, quem condenou e crucificou Jesus Cristo. Pois, segundo a lei do Velho Testamento, ele deveria morrer, porque, sendo um homem de carne e osso como eu e você (I João 4:1-3), se fez “deus”. Ou seja:

Responderam-lhe os judeus: Nós temos uma lei, e, segundo a nossa lei, deve morrer, porque se fez Filho de Deus. (João 19:7)

Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia, porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo. (João 10:33)

Então Jesus respondeu: “Não está escrito na vossa lei: vós sois deuses?” (João 10:34-36).

Ao examinar tais versículos, deve ser tomado o cuidado com as adulterações. Os escribas religiosos sempre introduziam a visão deles, desviando o sentido para sua crença antiga, que Jesus aboliu. Exemplo:

Pois, se a lei chamou deuses àqueles a quem a palavra de Deus foi dirigida (e a Escritura não pode ser anulada), àquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, vós dizeis: Blasfemas, porque disse: Sou Filho de Deus? (João 10:35-36)

O livro dos Salmos diz apenas que também somos “deuses”, só isso. Não tem nada a ver com “a palavra de Deus foi dirigida”, nem “a Escritura não pode ser anulada”. Claro que pode, afinal o próprio Jesus aboliu as lições do Velho Testamento, conforme está escrito em II Coríntios 3:14-17.

Não tem nada a ver com a expressão “àquele a quem o Pai santificou”. Não tem nada a ver com santificou nem santidade religiosa. Apenas transcendemos a mente que mente e pronto. Simples assim.

Se a pessoa acredita que foi Jesus quem apelou para estas crenças religiosas falidas e inúteis, não alcança nunca o que ele havia ensinado de fato e não sai da mesmice de sempre.

Em João 10:34-36, Jesus disse apenas que não havia dito nada demais. Afinal, no próprio livro deles, o Velho Testamento considerado “sagrado”, dizia-se que eles também eram “deuses”, mas os estúpidos não entendiam nada daquilo que liam, como ainda hoje. Só enxergavam o que era conveniente, com a visão limitada, distorcida e pessimista.

Os religiosos moralistas, os donos da “verdade”, perseguiam Jesus, tentando apedrejá-lo, porque ele ensinava algo mais otimista, que eles não conheciam e se recusavam a ouvir e admitir. Hoje também não é diferente, já que a crença religiosa herdada é a mesma de ontem.

Os fariseus, que eram religiosos moralistas, que observavam as leis do Velho Testamento, apedrejavam as pessoas, exatamente por causa de versículos como estes exemplificados em Deuteronômio 13:6-10, que sugerem tais ações estúpidas.

Estes textos inúteis da Bíblia deveriam ser eliminados, para que, nunca mais, nenhum fanático religioso aproveite como pretexto para destruir, como seu “deus” maligno fazia e ensinava.

Quanto ao questionamento da suposta “santidade” religiosa, inserida no Novo Testamento, alguns intelectos “inteligentes” vão reafirmar: “A bíblia diz que devemos ser ‘santos’ como ele é santo”. Então, eu já antecipo: Quem ensinou isso? Foi uma “pedra de tropeço” para muitos. Jesus já sabia que seu conteúdo ia ser deturpado, por Pedro também.

Afinal, quais foram as ações do suposto “deus” de Moisés? Ele era de fato santo, como se denominava? Por exemplo, aquele indivíduo religioso que chamou Jesus de “bom” Mestre não tinha tentado ser “santo” e “perfeito”, desde a infância, ao observar os dez mandamentos? Ele conseguiu? Não, pelo contrário, ele estava frustrado e decepcionado. Mesmo assim, ainda tentaram valorizar os dez mandamentos, cujo resultado é o oposto do esperado.

Inclusive, alguns dos próprios discípulos não assimilaram o que Jesus havia ensinado pessoalmente e fizeram confusão. Isso sempre acontece devido à ausência de lucidez. Ou seja, quando o indivíduo ainda não está pronto.

Alguns têm apenas amostras grátis da experiência (insights), como aconteceu com o discípulo Pedro inicialmente, e já pensam que estão prontos.

Outras pessoas precisam de 20, 30 ou 50 anos para ficarem prontas. A maioria nem alcança, devido ao condicionamento mental, ou apego às suas crenças pessimistas herdadas.

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