Acordo diplomático

 

Acordo diplomático

 

Observe que os dois indivíduos visitantes antes dialogavam para chegar a um acordo comum. Já o “deus” personificado de Moisés lançava seus raios laser e já ia exterminando os indivíduos, quando ele era contrariado. Por exemplo:

E aconteceu que, queixando-se o povo, era mal aos ouvidos do Senhor; porque o Senhor ouviu-o, e a sua ira se acendeu, e o fogo do Senhor ardeu entre eles e consumiu os que estavam na última parte do arraial. (Números 11:1-10)

Devido à pobreza do vocabulário daquela época, o povo sempre dava as mesmas explicações, para os raios ou luzes que se projetavam da enorme nave (kvd). Desta vez, os raios destruíram as pessoas que estavam na última parte do arraial.

Quanto à expressão “raios”, assim está escrito na Bíblia:

Ao resplendor da sua presença as nuvens se espalharam, e a saraiva, e as brasas de fogo. E o Senhor trovejou nos céus; o Altíssimo levantou a sua voz; e havia saraiva e brasas de fogo. Despediu as suas setas e os espalhou; multiplicou raios e os perturbou. (Salmos 18:12-14)

Como se tratava de objetos aéreos reais e não imaginários, como sempre interpretaram, imagine, por um instante, como seriam tais setas e raios sendo despedidos (disparados) do alto.

Aqueles que ainda defendem o suposto “deus” personificado de Moisés, e elogiam o maná, é porque não sabem que o povo reclamava, porque comia todo dia aquela mesma espécie de ração.

O próprio Jesus disse que Moisés não deu o “pão do céu”, como sugere o Velho Testamento. O maná era um alimento material. Segundo Jesus, o verdadeiro “pão do céu” é aquele que dá Vida ao mundo. Ou seja, que esclarece a respeito da verdadeira Identidade interior do ser humano (João 6:32-33), como Melquisedeque fez com Abraão, Davi, entre outros indivíduos, através de seu “pão” e de seu “vinho” (simbólicos).

Ou seja, Jesus disse, em outras palavras, que o “pão do céu” do “deus” de Moisés era perecível, material. Porém, descreveram no Novo Testamento como sendo espiritual, contradizendo a afirmação de Jesus. Logo, o conteúdo foi adulterado pelos escribas religiosos.

A água também, que saía das rochas após as rochas serem feridas (perfuradas), não era espiritual, porém material. O bastão que Moisés recebeu não era uma varinha mágica, porém tecnologia. Um instrumento com várias utilidades. Este é o conteúdo de outro livro. Eu demonstro, dentro da Bíblia, como este instrumento acionava a Arca da Aliança e como ela funcionava no auxílio das guerras.

No sentido literal, o maná significa uma ração sólida diária. No sentido simbólico, significa as condições mínimas necessárias que a mente limitada possibilita a cada indivíduo “viver”, ou sobreviver com dificuldade (através do suor de seu rosto), enquanto ele se encontra “preso” na mente dualista, no labirinto de seus dois extremos (hemisférios). Ou seja, significa autopunição e autossabotagem da mente.

A reclamação a respeito do maná, conforme consta, significa o estado emocional de ingratidão, que, por sua vez, desencadeia uma consequência psicológica correspondente, como a fuga da realidade. Por exemplo, a desonestidade, lucro ilícito, suicídio, etc.

Nesse caso, alguém pode perguntar: “Como assim. Literal e simbólico ao mesmo tempo?”. Trata-se de uma arte rara de escrever, porque a mente humana é previsível em seu comportamento invertido ou inconsciente. Enquanto achamos que somos muito “inteligentes”. Ou seja, houve pessoas realmente sábias que escreveram, além dos escribas religiosos oportunistas, que falsificavam os textos.

A mente linear, devido a sua limitação, só interpreta literalmente ou simbolicamente. Ela tem dificuldade de enxergar as duas maneiras de uma vez só. Ela sempre descarta uma ou outra possibilidade.

A verdadeira arte não é moral nem imoral, é amoral de fato. Não é limitada pela dualidade da mente, por seus dois hemisférios. Transcende a limitação da mente humana.

Por sua vez, quem sugere que o conteúdo do Velho Testamento é somente simbólico está sugerindo que Jesus teria se equivocado, ao afirmar:

Vós tendes por pai ao diabo e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde o princípio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira. (João 8:44)

Não se firmou na verdade significa que ele é real, literal, porque estava firmado também na verdade (lucidez). Ou seja, o maligno biológico não conseguiu permanecer na realidade do agora atemporal. Portanto, encontra-se inconsciente. A mente-cérebro está no comando. Isso significa sonhar “acordado”. Devaneio.

Os malignos biológicos são máquinas orgânicas, a fantasia do biocomputador dando as ordens insanas. Os desejos egoísticos do ego.

O que significa a palavra “homicida”, senão assassinato? O que lhe é próprio é a aridez e fantasia da mente. Faz de conta, mentira, ideais imaginários, que originaram uma falsa realidade, de escravidão e sofrimentos, baseados e limitados pelos conceitos opostos.

É como se o nosso cérebro estivesse utilizando apenas dois neurônios para raciocinar, através de seus dois extremos (hemisférios). Isso é limitação: sim e não, otimista e pessimista, possível e impossível. Tudo é limitado na mente condicionada pelas crenças.

Enquanto isso, ao fazer contato com estes outros seres, por parte de Melquisedeque, Abraão ainda estava temeroso, devido ao trauma da experiência com o ser anterior, o “deus” personificado de Moisés.

Abraão estava preocupado se este outro indivíduo iria ficar irado com ele, como era o costume do anterior. Porém, este não ficava irado, pelo contrário, teve muita paciência, conforme está escrito em Gênesis 18:30-33 e mais alguns versículos anteriores a estes.

Leia mais…

 

Para enviar seu comentário, preencha os campos abaixo:

Deixe uma resposta

*

Seja o primeiro a comentar!