Autopublicação

 

Autopublicação

 

Eu reservei este espaço para disponibilizar algumas informações com base em minhas próprias experiências, para os autores que estão iniciando como escritores.

Anteriormente, eu havia escrito dois livros, enquanto eu me exercitava na escrita. Porém, devido à falta de experiência, eu havia publicado meus dois rascunhos, cada um em uma editora de impressão por demandas, daquelas que cobram um valor pela publicação.

O problema é que, depois, se esqueceram de mim, não davam satisfação nenhuma. Estavam interessados apenas no dinheiro investido e no lucro da venda dos livros.

O curioso é que, mesmo sendo dois livros-testes fraquinhos, que eu havia escrito inicialmente, uma das editoras se apropriou de um deles e vendia sem minha autorização. Eu tive que processar para recuperar, e ganhei o processo. Eu não queria fazer isso, mas não tive alternativa. Contudo, a ré recorreu do valor a ser pago. Porém, foram proibidos de comercializar meu livro.

Devido a esta experiência, eu não publico mais nenhum livro numa editora de fachada, que não tem respeito nem consideração pelo autor.

Foram duas experiências suficientes para constatar pessoalmente como funciona o sistema. E ainda tentaram reverter o processo contra mim, como se eu fosse o infrator.

Como não era um processo trabalhista, eu tive que pagar o advogado e o perito que o juiz solicitou. Ele mesmo solicitou o perito e me obrigou a pagar sozinho a despesa. A ré não pagou a sua parte porque o juiz não exigiu. Algo justo e dentro da lei.

Enquanto isso, após pagar a primeira parte do perito e enquanto o advogado tentava conseguir a outra metade da ré, o juiz bloqueou minha conta bancária. Porém, parece que ele não havia percebido que a segunda parcela do perito já havia sido depositada pelo meu advogado.

Após 85 dias, quase três meses depois, eu consegui recuperar o valor bloqueado, porque fui até ao Fórun conversar com a Diretoria do Cartório. Então, disseram-me que o juiz desbloqueou a minha conta e não devolveu o valor. O valor foi devolvido cinco dias úteis depois. Porém, não pagaram os juros de mora, que eu tive durante os três meses.

Tudo isso serviu como novas experiências.

 

Experiência com editoras tradicionais

No início, eu gastava dinheiro com papel, tinta, imprimindo livros e enviando para as editoras, e sempre recebia um não.

Os motivos para rejeição das obras são diversos, como já sabemos. Independentemente de que a obra seja boa ou ruim, um dos principais problemas é ser um autor iniciante e desconhecido.

Por isso, parei de cometer o mesmo erro e deixei de procurar editoras para publicar meus próximos livros. Afinal, com a internet, tudo mudou e é mais simples. Inclusive, há sites onde o autor pode disponibilizar o livro inteiro ou parte dele, gratuitamente para um grande público ler e dá um feedback positivo ou negativo.

Agora, eu publico meus livros gratuitamente, através das Plataformas e Editoras de Autopublicação. São as melhores opções, porque não precisamos assinar contratos, podemos publicar em várias plataformas e ainda acompanhamos as vendas dos livros, de maneira transparente. Vejamos algumas abaixo.

Mesmo assim, não pense que a sua obra será reconhecida imediatamente. É necessário entre um há dois anos de divulgação para que isso comece a acontecer, se o conteúdo for interessante.

Eu venho publicando em algumas destas plataformas de autopublicação:

 

Amazon

Clube de Autores

AgBook

Livrorama

 

Outras experiências

Eu sou aposentado e tenho uma conta bancária (corrente). No início de cada mês, quando caía o pagamento, começaram a surgir algumas opções automáticas para liberar, por exemplo, um empréstimo consignado, o décimo terceiro, cadastrar a nossa casa própria como garantia etc. Bastando, para isso, clicar no botão Enter.

Para o cliente de um banco optar por estas ou outras transações bancárias, creio que o próprio cliente deveria procurar o gerente. De repente, alguém com pressa pode acionar o botão Enter, acidentalmente.

Depois da pessoa ralar quase a vida inteira, como assalariado para conseguir a casa própria, percebe que o Banco está de olho nela. Ou seja, para quê eu iria cadastrar a minha casa própria como garantia? Fique atento ao clicar no botão Enter.

Ou seja, cliente endividado significa lucro para o sistema bancário.

Espero que estas informações sejam úteis de alguma forma para você.

E. S. Jesus

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