Seres reais civilizados

 

Civilizados

 

Muitas pessoas que examinaram o Velho Testamento, devido às crenças e conveniências, não haviam prestado atenção na missão específica do “deus” personificado de Abraão, ou seja, Melquisedeque, e o que pretendia e fazia o “deus” personificado de Moisés.

Porquanto o clamor de Sodoma e Gomorra se tem multiplicado, e porquanto o seu pecado se tem agravado muito, descerei agora e verei se, com efeito, têm praticado segundo este clamor que é vindo até mim; e, se não, sabê-lo-ei. (Gênesis 18:20-21)

Então, viraram aqueles varões o rosto dali e foram-se para Sodoma; mas Abraão ficou ainda em pé diante da face do Senhor. (Gênesis 18:22)

Pena que o texto contém a linguagem habitual dos escribas religiosos.

Observe que o “deus” personificado de Abrão não se importava em ficar cara a cara com Abraão. Já o “deus” personificado de Moisés não era assim. Ele tinha suas razões para isso. Embora ele caminhasse a pé pelo arraial, não podia mostrar o seu rosto estranho para não assustar o povo (Êxodo 33:20-23).

Nesse caso, para ocultar o rosto, usa-se uma máscara, claro, como no filme de ficção Stargate.

O mundo estava um caos total, com toda aquela carnificina, guerras constantes, sacrifícios, roubos e destruição das cidades habitadas por pessoas inocentes e livres, que tinham muito mais virtudes e nobreza que aquelas pessoas religiosas moralistas, perversas e decadentes.

As ações estúpidas daquelas pessoas religiosas, tais como a violência, os roubos, os assassinatos em massa, etc., são aceitas por muitos, como sendo algo “divino”, somente porque colocaram ambos os “deuses” (seres), com objetivos diferentes, como sendo um só.

Ao se dizer que foi um “deus santo” quem mandou fazer, então está tudo “certo”, mesmo sendo uma “catástrofe”. Se fossem de fato “santos”, como tentaram demonstrar, não deveriam fazer nada daquilo que fizeram. Dessa maneira, convenceram quase o mundo inteiro.

O “deus” personificado de Abraão e os dois varões que estavam com ele eram tão normais e reais, que precisavam averiguar de perto e pessoalmente, para poderem decidir qual seria o desfecho daquela missão.

A meta não era matar, roubar (saquear) e destruir, como fazia constantemente o “deus” de Moisés. O objetivo dessa missão era solucionar o problema da carnificina de forma amigável e pacífica, porque tal indivíduo não era insano como aquele outro impostor.

Houve uma época em que até o “deus” personificado de Moisés, após explorar bastante o povo, foi também embora, como podemos perceber sua ausência, nos livros de Esdras e Neemias. Mas o povo, por ignorância e estupidez, continuou com a prática do holocausto por muito tempo depois.

Sem o auxílio bélico de seu “deus” sanguinário, não podiam fazer mais guerras. Então, toda a riqueza que Jerusalém havia acumulado com os roubos foi saqueada, depois, por outros reis.

Toda a promessa feita a Moisés, o verdadeiro objetivo era somente o holocausto, o manjar preferido dos “deuses” mentirosos e oportunistas.

Enquanto isso, dois dos varões foram para a cidade de Sodoma, passando primeiro pela casa de , e Abraão ficou com o varão, líder daquela missão, dialogando com ele normalmente, como se fosse outro ser humano.

Ambos os seres, os “bons” e os “maus”, o “deus” personificado de Abraão e o de Moisés, tinham tecnologia de guerra. Por isso a expressão “Senhor dos Exércitos”.

O Senhor é varão de guerra; Senhor é o seu nome. (Êxodo 15:3)

Os dois varões que haviam deixado o líder com Abraão chegaram afinal à casa de , na cidade de Sodoma, conforme está escrito:

E vieram os dois anjos a Sodoma à tarde, e estava Ló assentado à porta de Sodoma; e, vendo-os, levantou-se ao seu encontro e inclinou-se com o rosto à terra. E disse: Eis agora, meus senhores, entrai, peço-vos, em casa de vosso servo, e passai nela a noite, e lavai os vossos pés; e de madrugada vos levantareis e ireis vosso caminho. E eles disseram: Não! Antes, na rua passaremos a noite. (Gênesis 19:1-2)

De acordo com estes versículos, também já estava sabendo da missão dos varões. Agora, a partir do capítulo 19, os mesmos dois varões desta vez foram denominados convenientemente como sendo “anjos”, embora na língua hebraica não conste tal palavra. Ou seja, adulteraram o texto antigo e original.

Quando os dois varões disseram para : “Não! Antes, na rua passaremos a noite”, confirma-se que ainda não haviam visitado o povo da cidade, conforme o objetivo daquela missão.

havia sugerido, gentilmente, que eles entrassem em sua casa à tarde, para lavar os pés e passar a noite. Mas eles se recusaram a entrar na casa de naquele momento, porque pretendiam passar a noite nas ruas de Sodoma, dialogando com o povo, na tentativa de encontrar uma solução para o problema da violência e decadência humana, relacionado com os sacrifícios de animais e a matança dos seres humanos, conforme descrito no livro de Isaías 1:10-18.

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